Não acrerdito nem na sorte nem no destino, na vã tentativa de querer explicar coisas que não têm perceber. Não acredito nas formas mas nos moldes que traçam as depressões e curvas de nível nas palmas das nossas mãos. This was not a request but an answer! Ontem fiz uma entrega, um exemplar dos golpes. Um acto simples, um golpe exemplar, pleno. É assim que vejo o funcionamento das pessoas enquanto singularidades institucionais. Corpos tantos e tantos valores não mensuráveis. A busca do conhecimento num corpo estranho traz a diferença e a demasia, activa filtros e edifica novos conceitos. Este é um sinal de partilha, de terra revolvida e de substância orgânica para que os actores reconheçam o palco que pisam. A entrega fez-se no patamar da escada, na porta contrária aquela que o poeta escreveu no pano-crú, ali mesmo no 2º andar.
terça-feira, 23 de junho de 2009
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